Oi? Tudo bem? Quanto tempo!

Se alguém me pedisse para resumir minha segunda gravidez em poucas palavras, eu não teria dificuldades nenhuma:

1 – enjôo – que, ao contrário do que reza a lenda, pode durar bem além das 12 semanas (!!!) ;

2 – antipatia – eu não fiquei antipática de verdade, mas fiquei anti-social, sem vontade de ninguém e sem saco pra nada. Uma chata;

3 – cansaço – vcs não fazem idéia do cansaço que eu sinto. Não é sono, é exaustão mesmo, de vc TER que sentar e ainda ficar ofegante por uns minutos;

4 – mau humor – não é sempre, mas tem dias que o nível da minha paciência está lá embaixo e eu fico de mau humor sem explicação ou motivo. Geralmente quem sofre é aquele povo do escritório que SÓ sabe reclamar;

5 – surpresa – acho que as pessoas teriam que me conhecer para entender o grau de choque em que fiquei no dia que me descobri grávida de um menino. No início da gravidez eu queria uma menina de novo e tinha certeza absoluta que ia ficar decepcionada se estivesse esperando um menino. Duas semanas antes de fazer a ultra para descobrir o sexo (não deu pra ver com 16 semanas), eu sonhei que tinha um menino e fiquei meio apaixonada pela fofura do bebê quando acordei. No dia que descobri o sexo foi uma puta surpresa, mas a maior surpresa foi eu ter ficado genuinamente, imensamente feliz por estar esperando um menino. Eu ainda me pego pensando “tem um MENINO crescendo dentro de mim!! Como pode?!” mas não consigo me imaginar grávida de outra menina.

Portanto pessoas, eu sumi. Sumi do blog (pq eu não quis renovar o contrato com o servidor já que não estava afim de postar), sumi do Twitter (pq quem não tem nada pra falar, melhor ficar calado) e só não sumi do Facebook pq tinha que manter algum contato com o mundo civilizado.
Hoje, com 31 semanas de gravidez, eu posso dizer que a antipatia está passando!!!! Viva!!!!!
Finalmente estou voltando a ser eu mesma e a reconhecer algumas atitudes. Ex.: a Fernanda normal NUNCA diria não à um happy hour com as amigas, a Fernanda Hormonal não iria querer nem ser convidada. Chatíssima, estranhíssima. Péssimo!

Com a antipatia e a fase anti-social passando, o blog volta, o Twitter volta e minha vida internética volta ao normal.

Só uma coisa, eu ainda não sei que rumo quero dar ao blog e também não quero definir isso agora. Por enquanto vou postando sobre o que me vier na cabeça e por aí a gente vai =)

Testes em animais: vamos fazer alguma coisa?


Fonte

Posso confessar uma coisa?!
Eu sou daquelas que atravessam a rua quando vejo pessoas do Greenpeace e outras organizações do tipo. Mas talvez não pelo motivo que vocês estejam pensando …
Nunca procurei saber muitas coisas sobre crueldade animal e empresas que usam animais para testar seus produtos pq eu simplesmente tenho PAVOR de esbarrar com fotos que irão me traumatizar.
Então, para me sentir melhor comigo mesma, eu decidi ignorar o assunto e fingir que não é comigo. Ridículo, não?! Mas essa é a verdade.
Não me levem à mal, eu não sou uma pessoa completamente contrária ao meio ambiente e muito menos à causa animal, mas já passei dias inteiros chorando por causa das “propagandas” do Greenpeace e WWSF. Me dá uma crise de desespero enorme saber que tem pouquíssimo que eu posso fazer para ajudar esses bichinhos (eu faço minhas doações mensais a algumas organizações mas a gente nunca sabe se está ajudando MESMO, não é?).

Na semana passada eu me deparei com esse post no Lacquerized, e não é exagero falar que ele mudou a minha postura em relação à muitas coisas.
Foi então que resolvi perder o medo do site do Peta e fazer um pouco mais para ajudar uma causa que eu quero suportar de verdade.
Aqui embaixo vocês vão encontrar uma lista de empresas de cosméticos que garantem que todos os seus produtos (e ingredientes necessários para a conclusão de tais produtos) são “cruelty free”, ou seja, não são testados em animais.
É verdade que muitas marcas queridinhas não estão na lista (alô L’Oreal) e isso causa um certo desconforto, mas existem MUITAS marcas legais que compensam (M.A.C te amo!).

Abercrombie & Fitch
Aussie Mineral Makeup
Aveda
Avon
Baby Bliss
Bare Escentuals
bareFaced Mineral Cosmetics
Bath & Body Works
Bobbi Brown
Bourjois
The Body Shop
Bumble and Bumble
California Baby (o protetor solar hardcore que eu uso na Rafa é da California Baby e eu super recomendo)
Calvin Klein Cosmetics
Clarins
Clinique
Essence
Essie
Estée Lauder
Etos
Gosh Cosmetics
H&M Cosmetics
Hema/Miss Helen
Herôme Cosmetics
Jo Malone
L’anza
L’Occitane
LUSH
M.A.C.
Nars
OPI
Revlon
Sephora by OPI
Smashbox
SpaRitual
Too Faced
Urban Decay
Weleda

Pontos importantes:
* a lista inteira você encontra no site do Peta mas lembrem-se que algumas marcas européias não estão na lista por não serem comercializadas nos EUA (i.e. Etos);
* a L’Oreal Paris, a Lancôme, a Shu Uemura e mais algumas marcas da L’Oreal ainda conduzem testes em animais em alguma parte do processo de criação de seus produtos, mas antes de riscar a L’Oreal por completo da sua lista, pensem que a L’Oreal é GIGANTE e tb são donos da The Body Shop e da Essie. A solução é banir algumas marcas da L’Oreal da sua whish-list e esperar que eles tomem a decisão de ser completamente contra a violência animal;
* a partir de 11 de março de 2013 será proibido o comércio de produtos cosméticos ou de limpeza que usam animais para testar seus produtos em todos os países da União Européia (link direto);
* somente 6% dos testes realizados em animais são para fins medicinais. Ou seja, uma grande porcentagem de animais ficam cegos, sofrem queimaduras sérias e outras coisas horrorosas para que eu e você possamos ter menos rugas, ou um spray para limpar fornos que faça todo o trabalho por nós;
* a lista acima não retrata uma situação permanente; empresas mudam de política o tempo todo então não é impossível que uma empresa se declare “cruelty free” amanhã, por exemplo;
* eu não estou convocando ninguém para sabotar marca X ou Y. Cada um faz o que achar melhor e cada um tem sua opnião. A minha é de que eu não preciso de mais um Génefique para sobreviver quando posso tranquilamente comprar um produto tão bom quanto (Advanced Night Repair anyone?!);
* o post sobre o Génefique sumiu exatamente pela razão acima.

UPDATE: A primeira a gente nunca esquece …

De natal Mick me deu uma bolsa Marc Jacobs que eu estava namorando há meses mas estava com usuragem de comprar.

Depois disso eu resolvi que não ia mais comprar bolsas assim pr tipos, nem precisa né?!
Mas o problema é que a minha Marc Jacobs não é exatamente pau pra toda obra (ela é lilás e não dá pra combinar com tudo), então eu *precisava* de uma bolsa básica.
No Brasil eu testei a Speedy (Louis Vuitton) da minha amiga-irmã e já tinha me decidido por ela (pq tipos, tá aí uma bolsa que é forever classic & chic). Mas depois da viagem à Londres, eu fiquei na dúvida pq nunca vi tanta bolsa falsificada na minha vida!! Perdeu a graça.
Decidi optar por outra da Louis Vuitton: a Montorgueil

Mas antes de ir lá e comprar de fato, eu queria dar mais uma “volta” pelas lojas que me interessavam para ver se não ia me arrepender.
Então nesse final de semana aproveitei a visita da minha amiga super perua Marina e lá fomos nós bater perna pela Holanda para achar a bolsa perfeita.
Tipo, em um final de semana perfeito, regado de caipirinhas de morango, outras coisas nada light e muitas gargalhadas, eu já nem me lembrava da “preocupação” em encontrar a bolsa … até que rolou aquele momento todo “meus olhos encontraram os seus e então descobri o que era amor” hahahhaha

Minha primeira Prada!!!!!
Se me perguntasse qual objeto eu levaria se fosse para uma ilha deserta vcs têm a menor idéia de qual seria???? :p

Conhecendo a Bélgica – a bicicleta

Não é novidade que, em alguns países da Europa, a cultura de andar de bicicleta é bem forte.
Na Holanda e na Bélgica, a bicicleta é, em muitos casos, o meio de transporte mais comum (se não o mais importante).

contem as bicicletas

Na Bélgica (não sei se na Holanda é a mesma coisa), o esporte nacional é o ciclismo; os programas de final de semana na primavera/verão geralmente incluem bicicletas (pedalar em parques e pela cidade são as coisas mais comuns por aqui nos meses de calor e sol até tarde).
Adolescentes vão e voltam da escola com suas bicicletas todos os dias durante todo o ano letivo (= frio!); muitas pessoas que moram no centro das cidades (como nós) preferem ir para o trabalho de bicicleta (eu até entendo que é legal e talz, mas sério tem gente que vai trabalhar de bicicleta mesmo nos dias congelantes!!! Sem contar os 300 dias de chuva!); bicicletas são equipadas com os mais diversos tipos de bugingangas práticas desde sacola para carregar compras de feira/supermercado até um carrinho de madeira para carregar as crianças sentadas:

essas bolsa existem em todos os estilos, desde rosa colorida feita de um material plástico, até essas mais esportivas para trekking

acho que nesse carrinho cabem duas crianças pequenas sentadas

Praticamente todas as ruas oferecem faixa única para ciclistas e, quando essas não existem, os ciclistas podem circular na faixa para carros.

Ciclistas têm prioridade no trânsito (só devem parar para ônibus, bondes e pedestres), e podem circular pelas ruas até mesmo em pares (duas bicicletas lado a lado).
Não se pode buzinar para ciclistas, não se pode ultrapassar ciclistas de forma que ofereça o mínimo perigo à eles, não se pode “cortar” ciclistas no trânsito e a regra de trânsito que diz que “quem vem da via da direita sempre tem prioridade” vale ao dobro para ciclistas: eles podem vir de qualquer direção e terão prioridade.
Outra coisa que facilita muito a vida das pessoas é que a Bélgica é um país com mais de 80% de território plano. Nas regiões mais irregulares ou de “montanhas” não se vê tantas bicicletas quanto na Antuérpia, por exemplo.

As crianças aprendem a andar de bicicleta bem cedo. Rafa é um caso típico nesse assunto: ganhou a primeira bicicleta de verdade pouco antes dos três anos e agora, aos 4 anos e 2 meses, está aprendendo a pedalar sem as rodinhas de apoio.
Hoje eu já me acostumei, mas achava engraçadíssimo a quantidade de bicicletas mini que ficavam estacionadas na frente da escola da Rafa. Ultimamente a avó dela tem ido buscá-la na escola na hora do almoço e, quando ela volta pra escola para o turno da tarde, ela vai de bicicleta.
Nesse final de semana, aproveitamos o sol e o calor para levá-la para andar de bicicleta na rua atrás da casa da avó dela = rua da escola (eu moro no centro da cidade, não rola de encontrar uma rua sossegada pra Rafa pedalar a vontade).

* eu não ando de bicicleta então só posso comentar a partir do ponto de vista de motorista: eu acho uma puta falta de educação duas pessoas estarem andando de bicicleta uma do lado da outra e causando um mini engarrafamento!! *

A saga do cabelo

(da série: estou ficando obcecada pelo meu cabelo …)

Eu sou ansiosa. Muito ansiosa.
Do tipo que sofre por antecipação … do tipo que fica triste EM ABRIL pq ainda não sabe se vai poder ver a família no próximo natal (e esse nem é um exemplo fictício!!).
Obviamente, eu o.d.e.i.o ter que esperar para ver o resultado de algo.

Então vocês já sentiram como foi difícil atender ao pedido do marido e deixar o cabelo crescer, não é?!
Essa é a terceira vez que estou deixando o cabelo crescer desde que cortei bem curto no início de 2008. Já fazem 10 meses desde que fui no salão para cortar o cabelo de verdade e esse é um novo record (das outras vezes eu me enchi depois de uns 3 meses e cortei tudo curtíssimo de novo).
No entanto, estou chegando ao meu limite e já me pego sonhando com uma visita decente ao cabelereiro (eu gosto de cabelos longos, mas demora muito!!). Tirando a falta de paciência e a ansiedade para ter cabelos looongos novamente, o que mais me irrita é chatice que o cabelo vira no comprimento em que está.
Para driblar a chatice, resolvi que estaria sempre inovando. E é bem verdade que eu encontro certos obstáculos por causa do comprimento do cabelo (não dá pra fazer um coque gordo e chique, por exemplo), mas estou surpresa com a quantidade de coisas legais que está dando pra fazer.

Eu sempre gostei de tranças, então estou aproveitando que elas estão super em alta para incorporar no meu dia a dia.


Essa é uma trança de duas pontas que vi no Petiscos.
Não vou dizer que isso é a coisa mais fácil de se fazer, mas com jeitinho e um pouco de paciência se chega lá.
A idéia é que vc separe duas mechas de cabelo e torça ambas as mexas para a mesma direção. Com ambas mexas torcidas para a direita, digamos, vc vai trançar o cabelo para a esquerda. É difícil explicar escrevendo, então eu aconselho que vcs assistam ao vídeo no Petiscos.
No final vc arremata com um coque relaxado.

Outra dica: quando eu estou sem tempo e paciência, eu simplesmente faço uma trança comum, no lugar dessa trança de duas pontas, e prendo o cabelo com um rabo de cavalo.


Coque simples e bagunçado (ficaria melhor se meu cabelo fosse grande, mas oh well)
Sabe aquele coque que vc aprendeu a fazer tipo, quando tinha 6 anos?! É esse!
Eu faço um rabo de cavalo e puxo um coque quando vou dar a última volta com o elástico de cabelo. Com ele preso, eu dou uma bagunçada básica com a mão para ficar com essa cara de que está desabando.
Fica arrumadinho seu cabelo está arrumado na frente, mas combina bem com meus dias de cabelo arrepiado (até parece que os meus cabelos estão arrepiados de propósito. Amo!!)


Cabelo pra trás, todo preso com grampos (dá pra ver eles fugindo na foto maior). Eu fiz isso no cabelo para ir no casamento no Brasil, a diferença é que, para ir ao casamento, eu torci algumas mexas para conseguir mas volume. Quando eu quero uma coisa mais básica, eu faço como na foto.


Rabo de cavalo (que tá mais para rabo de coelho) descentralizado.
É tão ridículo que nem merece muito o que falar. Quando eu estou de saco cheio do rabo de cavalo eu copio alguma atriz que vi em algum red carpet e descentralizo o rabo. É só não prender exatamente no meio.
Essa atriz (não lembro quem era) tinha o cabelo grande, então o efeito era outro. Mas é incrível como uma mudança literalmente milimétrica, me dá a impressão de estar super diferente.

Normaderm Pro-Mat

Quando eu contei aqui que estava precisando de cremes para cuidado do rosto, eu tive que lutar contra a minha ansiedade para não ficar falando o que eu achei de creme X ou Y.
Afinal de contas, como é que dá para saber de verdade se o creme atende às suas expectativas se você só o usou uma vez?!
Agora, duas semanas mais tarde, já posso dizer algumas coisas:

– Vichy Normaderm Pro-Mat
Tipo, se pudesse, eu casaria com esse hidratante e seríamos felizes para sempre!
Eu estava procurando algo que controlasse a oleosidade do rosto O DIA INTEIRO (pq não dá pra ficar lavando rosto, reaplicando creme e maquiagem no meio do dia), hidratasse, segurasse a maquiagem e oferecesse proteção solar.
Meu maior susto com o Pro-Mat foi o tamanho dele:


Bisnaguinha de 30 gramas

Obviamente já pensei que ia gastar os tufos tendo que reabastecer meu armário a cada duas semanas mas, por ele ter uma fórmula bem rica, não precisa de muito para espalhar no rosto inteiro.
A textura não é das mais leves, mas não chega nem perto de ser pesada. A absorção é rápida e a pele fica seca (eu já disse que eu tenho p.a.v.o.r de pele melecada??!!).
Assim que vc aplica, ele tira todo o brilho da pele (eu não curti muito o efeito mat total não, achei que fosse gostar …) mas não dura muito. Uma hora depois vc já está com brilho nas partes certas do rosto (brilho não necessariamente quer dizer excesso de oleosidade) e continua com a pele sequinha.
Eu adorei o poder de hidratação dele (e tipo, minha pele é mista e complicada: super seca na área da boca, bochechas e mandíbula, e levemente oleosa na zona T) e adorei que ele realmente deixa a pele hidratada o dia inteiro (se ele sobreviveu ao vento gelado do litoral belga, ele sobrevive à qualquer inverno!).
Segura a maquiagem?! Sim, mas ele não é um primer. Tem que lembrar disso. Como ele controla muito bem a oleosidade da pele, ele segura a maquiagem no lugar por muito mais tempo do que outros hidratantes, mas essa não é exatalmente a função dele.

Eu nem usei muita maquiagem hoje, mas dá pra ter uma idéia:


Eu estava usando base em pó (Studio Fix) + bronzer (Guerlain) para sombrear o rosto + blush (nos olhos só rímel e delineador; na boca o Love Lorn da MAC). Tinha passado isso tudo às 07:40 da manhã e tirei a foto às 19:00.

Conhecendo a Bélgica – Meir (Antuérpia)

Eu vivo falando aqui que vou “passar no Meir” ou que “comprei coisa tal em uma loja no Meir”, sem nunca explicar o que o Meir é.
Para começar o post, deixa eu falar que essa é a minha parte favorita na Antuérpia. Não só pq é a área mais comercial da Antuérpia, mas também pq acho a rua super charmosa, misturando a arquitetura antiga com lojas de departamento gigantescas. Sem contar que é diversão garantida sentar em uma das fontes, estátuas ou bancos e observar o povo ir e vir (amo!).

O Meir é a rua de lojas mais importante da Antuérpia, com 149 lojas apontadas para públicos diferentes. A localização do Meir também não é casual, já que ela está entre a centraalstation e a parte histórica da cidade (Groenplaats e Grote Markt), e não tem como ser excluída da rota turística.


Estação de trem da Antuérpia (Centraalstation)

O Meir bomba de gente durante o horário comercial e eu sempre falo que o mais engraçado é que, aos sábados, a língua mais difícil de vc escutar é o flamengo (holandês da Bélgica). E é incrível a quantidade de holandeses que vem pra cá nos finais de semana, faça chuva ou faça sol.

As construções que você encontra no Meir são bem similares, mas ainda assim guardam cada um a sua própria identidade. Com várias estátuas de bronze no alto dos tetos, é como se vc encontrasse alguma coisa nova para ver a cada passeio.


shopping no Stadszaal

Depois de passear em meio à tanta construção legal e a conhecer um pouquinho da cultura belga nem dá pra se sentir culpada em dar uma passadinha na MAC que fica no final do Meir hehe.

P.S.: cliquem nas fotos para visualizarem em tamanho grande.