Um recomeço

Eu prometi a mim mesma que, se conseguisse terminar pelo menos 5 posts, voltaria com o blog.
Se você consegue visualizar esse post, é porque eu consegui!

Por anos a minha maior dificuldade em ter um blog foi o fato de eu não ter nada em especial para falar.
Hoje em dia, com tantos blogs servindo de carreira e fonte de renda para tanta gente, um blog desprentesioso, que fala de tudo e nada, parece não ter espaço.
Certamente eu irei falar sobre minha jornada para uma vida mais saudável, mas não posso chamar esse blog de um blog fit.
Falarei de viagens e lugares por onde passei. Ou o lugar onde moro. Mas nem de longe esse blog vai ser um blog de viagem ou sobre costumes do norte da Europa.
Também vou falar sobre cosméticos porque é uma coisa que amo, mas esse não é um beauty blog. Muito menos um blog sobre maquiagem.
Falarei sobre meus filhos, sobre a criação deles, sobre o que poucas mães gostam de confessar: como é cansativo e difícil ser mãe. Mas também não quero ter um blog sobre pais & filhos.
No final das contas, meu blog vai ser sobre mim, sobre minha vida, sobre minhas experiências, fases e vontades. Como já disse, um blog sobre tudo e sobre nada.

E esse é o primeiro post de um novo começo. Um post curto e explicativo sobre as minhas próprias expectativas para esse espaço.
Um post que já prevê vários focos e mudanças porque, afinal, a vida é assim, uma rota ondulada, onde o que você quer hoje, não é necesserariamente o que você vai querer
amanhã.

Oi? Tudo bem? Quanto tempo!

Se alguém me pedisse para resumir minha segunda gravidez em poucas palavras, eu não teria dificuldades nenhuma:

1 – enjôo – que, ao contrário do que reza a lenda, pode durar bem além das 12 semanas (!!!) ;

2 – antipatia – eu não fiquei antipática de verdade, mas fiquei anti-social, sem vontade de ninguém e sem saco pra nada. Uma chata;

3 – cansaço – vcs não fazem idéia do cansaço que eu sinto. Não é sono, é exaustão mesmo, de vc TER que sentar e ainda ficar ofegante por uns minutos;

4 – mau humor – não é sempre, mas tem dias que o nível da minha paciência está lá embaixo e eu fico de mau humor sem explicação ou motivo. Geralmente quem sofre é aquele povo do escritório que SÓ sabe reclamar;

5 – surpresa – acho que as pessoas teriam que me conhecer para entender o grau de choque em que fiquei no dia que me descobri grávida de um menino. No início da gravidez eu queria uma menina de novo e tinha certeza absoluta que ia ficar decepcionada se estivesse esperando um menino. Duas semanas antes de fazer a ultra para descobrir o sexo (não deu pra ver com 16 semanas), eu sonhei que tinha um menino e fiquei meio apaixonada pela fofura do bebê quando acordei. No dia que descobri o sexo foi uma puta surpresa, mas a maior surpresa foi eu ter ficado genuinamente, imensamente feliz por estar esperando um menino. Eu ainda me pego pensando “tem um MENINO crescendo dentro de mim!! Como pode?!” mas não consigo me imaginar grávida de outra menina.

Portanto pessoas, eu sumi. Sumi do blog (pq eu não quis renovar o contrato com o servidor já que não estava afim de postar), sumi do Twitter (pq quem não tem nada pra falar, melhor ficar calado) e só não sumi do Facebook pq tinha que manter algum contato com o mundo civilizado.
Hoje, com 31 semanas de gravidez, eu posso dizer que a antipatia está passando!!!! Viva!!!!!
Finalmente estou voltando a ser eu mesma e a reconhecer algumas atitudes. Ex.: a Fernanda normal NUNCA diria não à um happy hour com as amigas, a Fernanda Hormonal não iria querer nem ser convidada. Chatíssima, estranhíssima. Péssimo!

Com a antipatia e a fase anti-social passando, o blog volta, o Twitter volta e minha vida internética volta ao normal.

Só uma coisa, eu ainda não sei que rumo quero dar ao blog e também não quero definir isso agora. Por enquanto vou postando sobre o que me vier na cabeça e por aí a gente vai =)

Sobre a ferry

A viagem para Londres foi cansativa e bem diferente do que havíamos planejado.
Em uma das minhas crises de achar que a Rafa já aguenta tudo, eu resolvi que não precisava levar o carrinho dela para Londres (tipo, ela não usa o carrinho desde o verão passado!!! E ela já tem 4 anos!!). Resultado: eu descobri de uma maneira bem sofrida que crianças de 4 anos não aguentam andar 8-10 kilômetros por dia!
E outra, mesmo estando acostumada a carregar os meus 15 quilos de alegria (aka Rafa), carregar 15 quilos por 8 – 10 kilômetros não é uma coisa tão fácil assim não!! Principalmente quando os 15 quilos querem dormir!!
Por causa da Rafa tivemos que cortar vários passeios da nossa lista e voltar para o hotel cedo no domingo (que era o dia que tínhamos planejado ir do hotel perto da Tower Bridge até a Oxford Street, passando pelo Big Ben + Parliament + Westminster Abbey + Buckingham Palace …).
Uma pena … mas agora eu já sei como é que vai ser em Berlim e me preparo!
Vamos ao post …

Como eu havia dito aqui, há tempos nós só vamos para a Inglaterra de carro + ferry. E dessa vez eu lembrei de tirarmos fotos para mostrar um pouco como é viajar de ferry.

Ir da Bélgica para Callais é bem fácil. Vc vai dirigir até o litoral e logo é bombardeado por placas mostrando Callais (ou Dunkerque). Quando estiver bem próximo da fronteira entre Bélgica e França, começam as placas mostrando o caminho até o terminal de ferry boats. É bem sinalizado e nada complicado.
Logo que vc entra no terminal, vc automaticamente entra na fila da alfândega (que dessa vez estava bem movimentada).

Na alfândega voce vai precisar:
– passaportes (para alguns países da União Européia não é necessário a apresentação do passaporte, a carteira de identidade local já é o suficiente. Posso afirmar que belgas, holandeses, franceses e luxemburgueses não precisam do passaporte. Não sei quanto aos outros países da U.E.);
– se vc estiver viajando com crianças sem um dos pais, precisa apresentar a autorização do pai ausente;
– documentação comprovando residência legal em algum país da U.E. (não é obrigação, mas se vc mora em algum país europeu, ajuda MUITO levar o seu documento provando o mesmo – para quem mora na Bélgica é o verblijfsvergunning);
– comprovante da sua reserva no hotel.
– se estiver viajando do Brasil para a Europa e for entrar na Inglaterra por ferry (ou por trem), precisa mostrar a sua passagem de volta para o Brasil.
O visto para a entrada na Inglaterra (para os não residentes na Europa) é no mesmo esquema que nos aeroportos: é a alfândega que te permite ou não entrar no país e o “visto” é dado/ou negado na hora.

Passando pela alfândega, vc vai até a cabine da companhia que escolheu e faz o check-in. Eles te dão o número da fila onde vc deve se posicionar, vc dirige até lá e espera (não deu tempo de tirar foto desse processo todo pq eles nos colocaram numa ferry mais cedo e já estavam embarcando).


essa foi a ferry da volta

Já na ferry você só deve se lembrar de pegar tudo aquilo que possa vir a precisar à bordo pq não dá para voltar para o carro até chegarem ao destino.
As ferries são enormes. São vários andares com lojinhas duty-free (mas o preço não tem os impostos descontados, você deve pedir para que a vendedora preencha o formulário caso queira fazer uso do isenção de impostos), cafés, máquinas de apostas (eu não sei o nome dessas máquinas, mas tipo aquelas máquinas que você em cassinos e talz), fliperamas e televisões (essas nem sempre estão ligadas mas é só pedir para algum funcionário).

A viagem dura 1 hora e meia mas me parece sempre bem mais curta (talvez seja pq eu fico um tempão namorando todos os produtos da Benefit e depois perca vários minutos analisando qual muffin eu deveria comer: chocolate ou blueberry).

Em um dia claro, dá para ver a França logo que se sai de Dover. E o contrário também se aplica, logo que se sai da França, dá para ver a “muralha” de Dover (White Cliffs).

A segurança na ferry:
Em Dover eu nunca vi as pessoas controlando os carros (abrindo porta malas e talz), em Callais isso é bem mais comum. Os guardas muitas vezes passam de carro em carro pedindo para que os motoristas abram o porta malas para que eles possam olhar.

Indo para Londres

Estamos indo para Londres no final de semana.
É bem verdade que eu estou menos empolgada dessa vez em comparação com as viagens anteriores, mas isso é pq eu ainda estou “cansada” da viagem para o Brasil (eu nem terminei de lavar e passar todas as roupas ainda!!!!).
A vantagem é que eu SEI que vou me divertir bastante e SEI que vou voltar de lá com vontade de arrumar as malas de vez e mudar para o outro lado do Canal da Mancha.

Quando voltarmos de viagem, eu publico nosso roteiro certinho e digo o que deu certo e o que não deu.
Enquanto isso dá para eu falar sobre *como* vamos para Londres (já falei um pouco sobre isso aqui).

Pela terceira vez vamos para Londres de carro e o motivo é bem simples: redução de custos.
Eu quero/gosto de ir várias vezes ao ano para Londres (ou para o Reino Unido em geral), mas obviamente essa minha obsessão por Londres não é vista com bons olhos pelo marido. Então nós concordamos, há uns meses, que iríamos passear pela Inglaterra desde que tudo fosse low cost.
A primeira modificação nas viagens foi o meio de transporte.
Da primeira vez que fomos para Londres nós fomos com a Eurostar (trem) de Bruxelas até a estação de St. Pancras. São 2h20min de viagem.
Quando fomos pela segunda vez, a passagem de trem sairia em torno de 650 euros para mim, Mick e Rafa (eu tentei comprar a passagem 2 semanas antes da data que queria viajar).
Quando eu falei isso para Mick, ele vetou a viagem na hora (afinal de contas, seria um final de semana “normal” que estaria saindo por pouco menos que 1000 euros). Depois ele me ligou no escritório dizendo que podíamos ir de carro.
Eu não queria ir de carro pq sei lá … achava meio arriscado demais (eles dirigem do lado errado!!!), mas como era o único meio de irmos … eu topei.
A viagem foi assim:
Antuérpia – Callais = 203 km (+/- 2h45min)
Callais – Dover (de ferry) = 1h30min
Dover – Londres = 123 km (+/- 1h40min)

Fizemos a reserva em uma ferry da P&O (120 euros por carro) e saímos daqui na sexta-feira depois do trabalho.
Antes de chegarmos na fronteira com a França abastecemos o carro (tanque cheio / diesel = euro 60) e fomos para Londres (nosso hotel ficava bem perto do Big Ben).
Quando chegamos na Bélgica novamente, re-abastecemos o carro mas o tanque não estava nem perto da reserva ainda.
Total = euro 240 (se eu contar dois tanques de combustível).

Dessa vez decidimos ir em Janeiro, ou seja, tempo o suficiente para comprar passagens de trem antecipadas.
Se eu quisesse ir de trem, conseguiríamos passagens para o final de semana de páscoa à 100 euros por pessoa (comprando na primeira semana do ano), mas mesmo assim para nós não vale a pena (nós não pagamos combustível pq Mick tem um cartão para abastecer da empresa onde ele trabalha).
No começo de janeiro a ferry tb estava custando 34 euros por carro (ida e volta), mas acabamos comprando só quando voltamos do Brasil (pq eu fiquei enrolando) e pagamos 64 euros por carro (ida e volta).

No final das contas, agora que eu já me acostumei a viajar de carro, acho até melhor.
Mas se fosse sozinha para Londres e pudesse comprar a passagem com antecedência, escolheria ir de trem. Simplesmente pq eu morreria se tivesse que dirigir na faixa da esquerda.
E em relação à custo, se vc tem que comprar mais do que uma passagem de trem (eu diria, a partir de três passagens) é sim uma grande vantagem ir de carro.

Ao meu ver, os principais pontos positivos de se viajar de carro são:
1 – vc pode levar o quanto de bagagem quiser;
2 – pode ir e voltar quando bem entender (a P&O, por exemplo, tem uma ferry saindo a cada 30 minutos então é fácil eles te alocarem em uma ferry onde vc não tenha reserva caso chegue mais cedo ou mais tarde no terminal … o que não acontece com os trens);
3 – nosso carro é espaçoso, então é bem mais confortável viajar de carro do que trem;
4 – dá para fazer paradas no meio do caminho para visitar outros lugares (ex.: Dover)
5 – a experiência de atravesar o Canel de ferry é BEM legal. Os White Cliffs rendem fotos bem legais. E eu achei o máximo que, em um dia claro, a França é visível a partir da costa inglesa!
6 – na ferry vc encontra alguns cafés que servem de tudo. Eu adoro sentar em uma das mesinhas perto da “janela” da ferry tomando café e comendo muffind e blueberry.

Pontos negativos:
1 – a viagem é bem mais longa;
2 – estacionamento em Londres é caro e difícil de achar (principalmente se vc é turista e não está nada acostumado a ficar dirigindo pela faixa da esquerda). A vantagem é que vc sempre encontra hotéis com estacionamento … mas atenção pq muitos deles são pagos. Nós já chegamos a pagar 30 libras em um estacionamento de hotel em Londres só pq o carro ficou lá durante a noite!
3 – dirigir na faixa da esquerda exige bastante atenção e sangue frio. Eu me desespero assim que vejo um ônibus double decker praticamente em linha de colisão com o meu carro;
4 – esse não é um ponto negativo em si, mas enfim … TEM que ter um navegador no carro (GPS). Não tentem se encontrar em Londres com um mapinha de papel pq, acredite em mim, não é tão simples quando as faixas estão trocadas.
5 – Londres tem um pedágio chamado London Congestion Charge, vc paga esse pedágio antes de entrar na área central de Londres. Nos finais de semana esse pedágio não é aplicado, então eu não sei bem como funciona. Mas vale uma pesquisa para quem quer entrar em Londres no meio da semana entre 7am e 6pm. O pedágio não é alto no entanto, custa 8 libras por carro.
6 – por algum milagre oculto do universo eu não fico enjoada, mas Mick fica. Lembrem-se: ferry é um barco, barco balança (principalmente em dias de chuva quando o mar está agitado), portanto um remédio contra enjôo é sempre uma boa pedida. Outra dica: não precisa ficar DENTRO da ferry, dá pra sair e ficar no “terraço”, isso ajuda bastante quando vc está enjoado (Mick tem experiência de ficar embaixo de chuva, num frio 5°c, no terraço da ferry para o enjôo passar).

E é isso … para o Mick a pior parte é dirigir DENTRO de Londres, mas eu acho que ele fica até super tranquilo dentro do carro (não é, Mi?).
E, sendo quem eu sou, eu prefiro a ferry pq tem lojinha de maquiagem!!!

Um dia

Eu tive a idéia depois de ler o post “Half a day in pictures” da Márcia, mas como meus dias são corridos demais durante a semana, resolvi registrar o meu sábado.
Não foi um sábado comum pq não é todo sábado que vamos à concessionária … mas ignorando a concessionária, posso até dizer que essa é minha rotina nos dias mais quentinhos do ano (leia-se: nos dias que registram temperatura acima dos 12°c).


Eu acho incrível como que “acordar tarde no sábado” ganha um outro significado depois que você tem filhos.


Ritual matinal


Almoço. A Rafa está aprendendo a preparar seu próprio pão … notem o papel de cola dela com o ratinho ensinando o que fazer.


Um dos sanduíches de Mick (e o que eu menos gosto pq tipo, sem graça mandou lembrança, né?!): pão com queijo gouda.


Parte Amélia do sábado (nem conto que eu passei o domingo faxinando)


Na concessionária.


Mamãe, preciso falar uma coisa no seu ouvido!!!


Comprando o jantar e frutas para a semana.


Ahhhh, como que minha vida mudou depois que nós descobrimos que dá para fazer o pedido do café da manhã de domingo com antecedência na padaria!!! Nunca mais ficamos esperando na fila!


No parquinho.


Preparando o jantar.


O meu …

O da Rafa …

E o do Mick (que é a receita do livro).
Para vocês verem como que fazer comida lá em casa é descomplicado.


Banho e cama …


Ritual noturno


Boa noite.

Rebobinando os últimos três meses

Desde que eu voltei de Brasil resolvi seguir uma dieta decentemente (pq o verão ainda está por vir e pq eu odeio essa vida de ver que minha saia lilás linda está apertada em mim).
Aproveitei o jetlag que atrapalhou meu apetite e comecei a dieta na quarta-feira mesmo (eu havia chegado na terça).
Queria seguir a dieta de South Beach (pq eu acho que dá resultado rápido) mas eu não gosto de acordar cedo pra preparar café da manhã e prefiro comer meu biscoito de cereais toda santa manhã, sentada na frente do computador e lendo meus emails.
Decidi então optar pela velha e boa calculadora e sair contando calorias de tudo o que como.
Eu não vou dizer que contar calorias é um método infalível como muitas pessoas dizem pq tipo, essas pessoas sempre dizem que evitam comer muito pq se envergonham de anotar no caderninho o quanto comeram. Meu, se eu comi muito e sei que já ultrapassei as 1500 kcal (que é minha queima de calorias basal) eu simplesmente não anoto nada no caderno. Sem culpa, sem dor e sem vergonha (vê se eu vou ficar envergonhada comigo mesma quando o assunto era comer um brigadeiro!).
Outro ponto ruim de anotar caloria é que, as vezes, eu fico com preguiça de anotar e/ou pesquisar valores calóricos na internet.
Portanto, não, não é um método infalível. MAS, funciona para quem, como eu, não consegue seguir uma dieta pré-estipulada pq não é sempre que dá para preparar o jantar especificado; e também , quanto mais tempo eu me controlo para anotar tudo, menos chato eu acho (vc acaba incorporando tudo na rotina).

Cada um conta calorias como bem entende, e estipula seu mínimo e máximo como bem lhe convém. Não existem muitas regras e é isso que me seduz (repito: apesar da chatice de ter que anotar tudo e ficar fazendo pesquisa e contas).
Eu faço desse jeito:
1 – descubro qual é a minha queima calórica basal (ou seja, a quantidade de calorias que eu gasto em repouso).
A fórmula que eu uso é essa:
TMB = 655,1 + (9,56 x 67.5) + ( 1,85 x 178) – (4,68 x 26) = 1508 calorias

*TMB = taxa metabólica basal
67.5 = meu peso atual
178 = minha altura em centímetros
26 = minha idade

2 – sabendo o quanto você gasta em repouso, é mais fácil saber qual é o máximo que vc pode ingerir sem atrapalhar a perda de peso.
Eu estipulei o meu máximo em 1200 kcal, mas tento não ultrapassar 1000kcal diárias (hoje, por exemplo, eu devo ficar em 540 kcal).
E meu objetivo é chegar aos 63 kgs que eu pesava antes do inverno.

3 – eu *gosto* de comer, a verdade é simples assim. Eu gosto de sentar na mesa e comer. Gosto de pegar um pedaço de bolo quentinho, sentar em frente à TV e comer sem culpa (aí nisso eu geralmente como metade do bolo).
E eu sei que, quanto mais eu me privo de comer, pior é quando eu termino a dieta (pq aí eu quero comer o mundo em forma de chocolate). Exatamente por isso eu tenho um dia de “folga” da dieta, quando eu como tudo o que quero.
Por motivos óbvios, meu dia de folga é no domingo quando fazemos nosso brunch em casa.
Esse diazinho de liberdade, garante que meus outros 6 dias de privação corram bonitinhos e sem grandes tentações.

4 – eu simplesmente não vivo sem chocolate. Não dá, eu não sei passar 4 dias sem chocolate.
Então, contando as calorias, eu compenso uma coisa com a outra. Janto alguma sopa leve e depois posso comer um ovinho de chocolate que tem, em média, 55 kcal.

5 – meu metabolismo é meio louco. Ele é rápido, mas eu não vejo resultados na balança logo depois de alguns dias de dieta.
O que geralmente acontece comigo é: eu mantenho o exato mesmo peso por uma semana independente do quanto passei fome. Aí, vejo que perdi 500gr. Depois nada muda por mais uma semana. E de repente eu perco uns 3 kgs de vez sem ter mudado nada na dieta.
Então, para eu não desanimar, eu só me peso 1 vez por semana (segunda-feira de manhã).

6 – esse é o meu cardápio de hoje:
Biscoito Weight Watchers com cranberries e semente de girassol – 103 kcal
Sopa instantânea – 66 kcal
1 banana – 100 kcal
Sopa de cebola (feita em casa) – 80 kcal (eu tive que calcular todos os ingredientes que uso para chegar nesse valor)
1 fatia de pão multi-grãos – 66 kcal
1 potinho de Activia – 120 kcal
Total: 535 kcal